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A Nova Ragnarok-
Trilogia 2-
Livro 6
CAP 36: A MORTE DO DEUS FALCÃO
As penas bem que poderiam ter voado para todos os lados, porém, o que aconteceu de fato foi que o ultra deus falcão foi engolido por uma ultra deusa cobra, que foi engolida por outra maior e por outra, depois uma águia, um tubarão, outros bichos ultra divinos que lutavam e se devoravam infinitamente e em uma velocidade cada vez maior.
CAP 37: O SONHO DE ESCULÁPIO
Esculápio viu um enorme clarão, como se fosse uma explosão, mas não era, e sim uma premonição de toda a Terra sendo destruída pelo ódio vingativo de um homem chamado Sísifo, que, em outra linha temporal, conseguira criar uma guerra de deuses tão grande que resultou na destruição não apenas da Terra e do Universo, mas também de realidades além, chamadas de multiversos, cubos-mágicos automáticos e ultraversos que iam até ultra deuses de escalas muito além do super titã Caos.
E, na hora em que Esculápio mais se assustara, aparecia Apolo muito calmo e começava a ordenar:_Meu filho, você viu uma realidade muito além da nossa, mas que também nos destruirá em breve, e, quanto a isso não há o que fazer, porém, há um modo de podermos ser revividos, nesta ou em outra realidade, unindo nossos poderes com os de um ser do futuro.
Primeiramente, preciso que você consiga para mim a pedra sagrada que a deusa Ísis pôs no lugar do olho direito do deus Hórus, o resto eu lhe explico depois, porque estou também em uma primeira jornada.
Esculápio não acreditou no que seu sonho lhe revelara e foi de encontro a Morfeu. Mas, ao chegar no Olimpo só encontrou Hipnos, Fântasos e Ikelos e de cara perguntou:_Vocês estão atormentando os meus sonhos, me fazendo ter pesadelos, ou é Morfeu? Ou são todos vocês juntos?
Hipnos olhou por cima dos ombros e disse:_Quem se importa com um deus menor como você? Você deu sorte de uma cobra lhe ensinar, não vá se achando sábio por isso ou poderoso como nós._ Enquanto os outros dois riam Esculápio fechou a cara e levantou o seu cajado, e, nisso, Hipnos continuou._Qualquer um de nós pode por você em sonho eterno e em seguida matá-lo ou deixá-lo preso eternamente em um mundo de pesadelos sem fim._Mal fechou a boca caiu se debatendo no chão, juntamente com Fântasos.
Ikelos estava melhor que os outros dois, porém estava com uma grande tontura e indagou:_O que você fez?_ O semblante de espanto ia aumentando ao ver os olhos de ódio do deus da medicina._ Sempre pensamos que os seus poderes se restringiram a curar os humanos da Grécia.
_Problema de vocês acharem que um deus médico só pode curar e que só poderia atingir humanos. Tentem me prender nos seus reinos de pesadelos que eu mato todo o Olimpo se preciso for!_ E para provar que falara a verdade matou Hipnos e aumentou a agonia de Fântasos e a tontura de Ikelos.
_Nós não fizemos nada!_ Esbravejou Fântasos, já com as asas pretas e putrefatas._Perdoe as minhas zombarias! Por Zeus, eu não farei de novo! Eu gosto de viver!
_Se não foram vocês nem Morfeu, todos iremos morrer de qualquer modo, estou até lhes poupando do pior ao antecipar suas mortes de forma tão rápida.
_Você previu o fim do Olimpo? Os poderes do seu pai estão passando para você?_ Agora Ikelos estava curioso.
_Muito pior do que isso. Quem dera fosse somente o Olimpo, mas acredito que os olimpianos já sabem de algo ou estariam todos aqui. Preciso começar a minha jornada de aventura e salvação._ Neste momento Hipnos foi ressuscitado mas sem poderes e os outros dois foram curados, mas também perderam 50% do poder.
_Que experiência horrível! Eu estava no meu próprio mundo dos pesadelos mas não controlava nada. Nós não somos de fato imortais. Onde estão os meus poderes?
_Eu irei precisar deles, e de metade dos poderes de vocês dois também. De todo modo, Hipnos, você iria ficar tentando sempre me matar e isso me atrapalharia muito. Agora, viva como um humano para aprender a não ser tão arrogante!
CAP 38: ESCULÁPIO NO EGITO
Chegando no Egito a recepção é logo dar de cara com Apófis, que serpenteou e fez um enorme círculo com parte do seu corpo ao redor de Esculápio e foi logo lhe falando:_Não sei quem você é, mas com certeza não é do Egito e parece ser amigo das cobras, o que, se for verdade, você pode ganhar a minha atenção e até cooperação, caso seja para o bem da minha estirpe.
_Realmente, eu não sou daqui; venho da Grécia e sou o deus da Medicina. Sou amigo das serpentes porque aprendi com uma de vocês a curar e assim os meus poderes aumentaram. Então, além de amigo sou também aprendiz das cobras. Venho em uma missão de conseguir a pedra Udjat, ou Tjat, que se encontra em substituição do olho direito do deus Hórus.
_Não entendi como você cura se cobras são peçonhentas e não produzem remédios.
_Esta produz._ Esculápio bateu seu cajado no chão e a cobra dele saiu de sua hibernação e confirmou a história, contando para Apófis, em linguagem de cobra, que Esculápio certa vez matara uma cobra amiga sua e que ela lhe fizeram ressuscitar cuspindo em sua boca o sumo de uma erva da Grécia e que depois se enrolara no cajado do deus para fazê-lo curar em vez de matar.
_Então, por que eu deveria ajudá-lo? Também não vi nenhum ganho. Acho melhor devorar os dois, o que já seria um bom almoço.
_Você gosta mesmo de fazer inimigos, tanto que combaterá sozinha todos os deuses do Egito e será aprisionada._ A cobra voltava ao cajado._ Aliados para que, não é?
_E onde você ouviu falar de mim?
_Não ouvi. Foi só uma previsão. Até um deus chamado Seth ficará contra você e esse será o seu fracasso._Sem acreditar, o demônio-serpente arma bote, todavia, o deus da Medicina usa os novos poderes para hipnotizar Apófis, e, montado em sua cabeça, consegue encontrar e sequestrar Hórus e roubar-lhe o olho-pedra Udjat.
Vários deuses aparecem, mas Esculápio hipnotiza a metade deles e os faz brigar entre si e Apófis contra todos.
CAP 39: APOLO E O OLHO DE HÓRUS
Enquanto Esculápio teve êxito em sua missão, Apolo, muito longe dali, jogava sua biga de fogo em Moros, o deus do destino, também chamado de Destino. Enquanto Moros quebrava a biga de Apolo com uma mão, Aurora jogava a sua própria contra o pé esquerdo de Moros e Zeus acertava o outro pé com vários raios que seu escudeiro Vulcano lhe jogava. As legiões de Cratos seguravam o braço esquerdo de Moros enquanto Bia aplicava um soco no meio da testa do senhor Destino e fala com zombaria:_Você não previu essa?
_As previsões de Apolo e suas pitonisas são as melhores, porém, mesmo as dele são incompletas ou um único deus dominaria tudo e seria um ditador capaz de matar toda a humanidade a troco de nada como fará o deus cristão em uma era depois de nós.
_Como assim, depois de nós? Você também já sabe da nossa extinção?_Apolo estava intrigado.
_Nós não morreremos, apenas seremos esquecidos. Não haverá aqui uma Grande Ragnarok, como acontecerá com os deuses do povo do norte._Apolo aproximou-se de Moros e pôs as duas mãos na faixa sobre os cegos olhos do Destino e lhe fez ver tudo o que de fato aconteceria. Com isso, Moros abriu a mão direita e entregou a Apolo o olho direito verdadeiro de Hórus e disse em seguida:_Podem aparecer, minhas filhas, e entreguem a Apolo o fiar de vocês!
As moiras apareceram, a contra-gosto, e entregaram o fiar das linhas da vida a Apolo, Zeus e Aurora.
Cloto ainda tecia um dos seus fios da vida e a seu lado a deusa Ilícia, seguida de Artêmis, que segurava uma tocha e uma chave, depois delas um raio de luz se fazia fogo, depois fumaça, Hécate aparecia fazendo o solo tremer abruptamente, como se quisesse intimidar os Olimpianos.
Láqueis, Tique e Pluto seguravam a Roda da fortuna e a Moura trazia uma tesoura de ouro maciço na mão direita. Átropos surgiu de baixo do solo, de onde saíam também as três erínias, também conhecidas como fúrias: Tisífone segurava imponentemente o seu açoite ainda pingando sangue dos assassinos do Tártaro; Megera vinha vestida de viúva e Alecto vinha com olhos em chamas de fúria que nunca passava.
Hades e Perséfone aparecem ao longe, seguidos de Nêmesis de espada em punho. Tanátos também com suas asas bem abertas surgia do solo, empunhando a sua foice, tão amolada que reluzia na face do deus-sol.
_Parece que eles estão querendo nos enfrentar._Falou Zeus já com vários raios nas mãos.
_Calma_ Disse Apolo_ eles não terão tempo de fazer nada contra nós e Moros já entendeu que o destino não depende só dele, tudo é incerto, porém os dois olhos chegaram ao sul.
Naque instante chegou Hermes, com sua armadura em frangalhos, muito ferido, mas trazendo o Udjat em uma mão e o olho das greias na outra.
_Seja rápido, Apolo!_ Desmaiou.
CAP 40: A RODA DA FORTUNA
Gaia faz a Terra tremer enquanto Heros e Psiquê tomam a Roda da fortuna e jogam para Apolo, que, sem perder tempo, a funde com o o fiar, com o chicote de Tisífone, a tesoura de Átropos e a chave de Artêmis, que Heros também roubará de supetão, ajudado pelos subdaymons alados de Cratos que ainda se sustentavam. Uma máquina de engrenagens arquimédicas surgia e prensava o Udjat, o olho direito de Hórus e o olho das greias. Tudo aquilo junto se transformou em uma pedra vermelha que emanava um raio muito forte que Apolo apontou para os rivais de campo que resolviam atacar como Zeus previra.
Apolo, só ele restava vivo no local, junto a Cronus e Kairós, que se atrasaram, resolveram a questão, mas um estava com a foice de Thanátos no pescoço e o outro com a espada de Nêmesis no coração.
Apolo fundiu seu arco com o de Hérmes, que conseguira encontrar sob um mar de penas brancas e negras, agora marrons de terra e vermelhas de sangue.
_O que aconteceu aqui, meu pai?_ Indagava Esculápio atônito.
_Nada que eu não consiga reverter. Agora, afaste-se! No novo arco do deus-sol havia uma flecha de raios, fusão de todos os raios de Zeus que sobraram com todas as flechas que restaram. Apolo jogou a pedra vermelha para o alto e atirou nela. A pedra se partiu e tudo ficou uma completa escuridão, seguida de um silêncio sepulcral, e, por fim, a explosão vermelha.
Moros, que ainda estava bem vivo e zangado como jamais esteve, segura Apolo em uma mão e Eslápio com a outra e os espreme até a morte.
Os cacos velhos viraram pó, assim como tudo ao redor, inclusive Moros que tinha seu corpo despedaçado, foi convertido em uma matéria inorgânica mais fina que areia branca da praia.
Um clarão surge no horizonte, eram os titãs que chegavam com Dagda e Nefertári, mas todos também viraram pó. Porém, o tempo andou para trás e agora havia 2 Apolos, um segundo depois havia 3, 4, 6, e a Roda da fortuna apareceu em formado de caber na palma da mão com a pedra vermelha no centro.
O deus concentrou seu poder nas duas peças inseparáveis e reviveu todos daquela batalha, retirou todos os aliados de lá para o Olimpo e deixou todos os adversários mas petrificados até que se criasse uma alternativa melhor.
Cap 41: O rubi do tempo
Apolo junta todos os artefatos em um único rubi capaz de controlar o tempo como nem o titã Cronos conseguiria, e, para demonstrar seu poder a Esculápio o usou para matar o próprio Cronos, absorvendo o seu poder, e, com isso, aumentando ainda mais o poder da pedra, a qual fez com que Esculápio usasse como amuleto para viajar no tempo à procura do ser que poderia impedir toda a extinção dos deuses.
_Passo para você todo o meu poder, meu filho, isso me matará agora, porém você poderá ressuscitar todos em um futuro próximo com ajuda do ser do futuro, se conseguir encontrá-lo e convencê-lo a unir os poderes deles aos seus._ Dito isto Apolo cai e se desfaz em luz que migra para Esculápio que sente um poder que nunca imaginara antes, e que mesmo assim sente que está muito aquém daquele a quem Apolo se referia.
Porém, naquele instante, uma linha temporal se abrira e saía dela um ser de raios enquanto uma dor de cabeça imensa atingia Esculápio com uma previsão de sua própria morte naquele momento enquanto o rubi brilhava e o conduzia para trás no tempo um pouco antes de Apolo lhe transferir os poderes.
O Esculápio do futuro avisa Apolo: _Pai, nossos esforços foram em vão, um ser que manipula o tempo daqui a pouco tentará me assassinar, e, talvez seja justamente aquele a quem o senhor queria que eu encontrasse, todas as nossas previsões foram falhas.
_Então, meu filho, você deve viajar pelo tempo até encontrar o Planeta Terra no qual a versão de Sísifo desencadeia a grande guerra divina juntamente com Tântalo, Ajax, o da pedra, Prometeus. Mas, principalmente, Sísifo, se você o prender em outra dimensão ou destruir completamente a sua alma antes do primeiro deus ser por ele assassinado tudo isso poderá tomar novos destinos.
O portal novamente se abre como antes e os dois Esculápios e Apolo são assassinados por um Dion furioso que vinha de um futuro brutal.
Cap 42: Dion ao passado
Uma dor de cabeça enorme afeta Dion, enquanto uma infinidade de deuses bestiais brigam entre si e se aniquilam, milhares parte em direção a Dion para eliminá-lo, por o julgarem mais fraco, uma vez que era o ser mais novo a sair de um ovo cósmico.
O julgamento dos deuses bestas estava correto, porém Dion se transforma em nuvem e escapava dos golpes e usava a própria irá para criar tempestades de raios cada vez maiores, sugando o poder de muitos deuses animais até a suas mortes, Dion foi logo-logo páreo para qualquer um e criou um chicote de raios em cada mão e saiu açoitando a tudo e a todos pelo caminho a correr enquanto a dor de cabeça aumentava e lhe trazia uma previsão de uma mudança no passado que o faria não apenas morrer como também jamais existir.
De certo modo o desejo divino pro conflito também é um tipo de suicídio e, agora sabendo que poderia nunca mais existir, acabando com a sua própria enorme e angustiante solidão, Dion não sabia se queria morrer.
O seu corpo parecia não querer morrer pois a morte era o fim do conflito e havia ao mesmo tempo aquela paixão pela nova deusa Isadora, que o fazia querer também a felicidade. Como solucionar esse conflito? Como decidir para não mais ficar aflito? Ou seria melhor nem escolher?
Dion encontrou uma solução: Desferindo um gigante soco no vácuo abrira uma fenda temporal e se dividiu em dois, uma para ficar e lutar e o outro para evitar a morte de Sísifo.
O problema disso era que a cada divisão o seu poder TB se dividia e agora ele contava a não ser mais páreo para os deuses bestiais, teria que ganhar na inteligência e velocidade novamente.
Outro problema é que velocidade e inteligência também diminuíam pela metade a cada divisão, assim como qualquer outra habilidade e poder.
Contudo, Dion se dividiria um milhão de vezes antes de abandonar o conflito direto ou ser obrigado a decidir algo naquele momento.
O Dion que voltara ao passado achou de cara Esculápio e sentiu o tempo parar antes de conseguir tocá-lo, quando saiu daquele transe havia dois esculápios, matou os dois e também o deus Apolo, mas não conseguiu avançar a partir dali e agora de Esculápio havia três, depois quatro, sempre que os matava aumentava mais um e ele voltava ao mesmo instante sem saber por quê.